O filho do meia, Alejandro, de quatro anos, acompanhava o discurso do pai sem muito interesse. De repente, o garoto interrompe a coletiva e começa a falar sobre uma confusão a que assistiu. Vira-se para Molina e pede para que ele deixe de falar do Vasco para falar sobre essa briga. O próprio Molina não entendia direito o que Alejandro queria: - Que briga, filho? E o garotinho, gesticulando, explicava ao pai e aos repórteres, que se divertiam com sua eloqüência, mas não entendiam absolutamente nada o que ele dizia. Por fim, Molina conseguiu captar a mensagem do filho. - Ele está querendo que eu fale sobre a confusão que houve no jogo contra o Palmeiras, quando o juiz anulou e depois validou o gol do Santos. Foi todo mundo para cima e houve aquela discussão. Ele fica assistindo aos lances da semana na internet e depois quer que eu venha comentar - ri o meia. O clássico, disputado domingo passado, terminou 2 a 1 para o Verdão. No lance polêmico, Molina cobrou escanteio e a bola acabou entrando graças a um toque do goleiro Bruno, do Verdão. O bandeirinha marcou um toque de mão de Kléber Pereira e anulou o gol. No entanto, o juiz assumiu a responsabilidade, considerou que não houve o toque do atacante santista, e validou o lance.





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