quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Triste por ter sido deixado de lado no Brasileirão, Molina está esperançoso.

O meia Molina, do Santos, torce por novas chances no time titular do Peixe. Ele foi testado no coletivo da última terça-feira e pode aparecer de titular no time na partida contra o Bragantino, nesta quinta-feira, às 21h30m (horário de Brasília), em Bragança Paulista. O jogador admite que andou chateado no ano passado com algumas críticas que o time recebeu, pois se sentiu atingido diretamente.

Durante boa parte do segundo semestre, quando o Alvinegro apenas brigou para não cair no Brasileirão, o técnico Márcio Fernandes e alguns analistas sempre diziam que o time precisava de um meia. Molina, que foi bem no primeiro semestre, se sentiu desrespeitado com isso, pois acredita que poderia muito bem cobrir o setor que o ex-treinador considerava carente.


- Na maioria da temporada passada fui titular. Terminei o ano como vice-artilheiro do time, com 13 gols, mas depois fui desvalorizado, ninguém respeitou o que eu havia feito - afirma.



Agora, Molina tem entrado sempre durante os jogos e, muitas vezes, tem seu nome gritado pela torcida.



- Eu estou feliz aqui. Com Mancini, voltei a ser mais participativo, me sinto mais importante. À torcida, só tenho a agradecer, pois eles sempre me apoiaram muito - comenta.

O colombiano, por outro lado, evita falar no nome de Márcio Fernandes e fazer comparações para não levantar polêmica. Mas fica evidente que ele não se dava bem com o ex-treinador.

- Não dá para falar mais sobre um treinador que está mais aqui. Ano passado, falei algumas coisas que pensava sobre o que aconteceu com Cuca e foi quase o fim do mundo. Então, não adianta mais falar - diz.



Quando Cuca foi demitido, em agosto do ano passado, Molina veio a público questionar os métodos do atual técnico do Flamengo. Entre outras coisas, disse que o treinador testava vários esquemas diferentes nos treinos e, nos jogos, utilizava formações que não foram treinadas.

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